sábado, 13 de julho de 2019

Rua Salim do Carmo



Nas Grotas do Tagaçaba



O que eu tenho não é meu,
Não me pertenço e não sei quem sou eu,
Fui um broto que se arrastava,
Pelas empoeiradas encruzilhadas;
Caindo e me levantando,
Nas grotas do Tagaçaba...

Fui regando a minha vinha,
Sem ter ideia do que vinha,
Carregando duras cargas,
Com a ajuda do bom Deus...
Fui uma Seriema que perdeu o canto,
Mas que não  perdeu-se em prantos;
Pois sabia que haveria um dia;
Em que a recompensa viria...

Com seu escudo e sua lança...
O guerreiro irá se deitar...
 E ouvirá do Senhor da divina aliança:
 Bem-vindo ao eterno lar...

Autoria: Salim do Carmo 

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Obrigado Mamãe e Papai...